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Wednesday, April 24, 2024
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Guerra entre Israel e Hamas completa dois meses nesta quinta sem perspectiva de paz

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Na Faixa de Gaza, palestinos vivenciam uma das mais severas crises humanitárias da história, enquanto em Israel a população enfrenta o trauma e as sequelas do maior ataque terrorista ao país.

QUDIH/AFPUm palestino carregando uma criança corre após um ataque israelense, em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza

Um palestino carregando uma criança corre após um ataque israelense, em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza

Há exatamente dois meses se deu início à guerra entre Israel e o grupo palestino Hamas. Conflito começou após os ataques terroristas do dia 7 de outubro. Na Faixa de Gaza, os palestinos vivenciam uma das mais severas crises humanitárias de sua história, com cidadãos sem possibilidade de deixar o território e com acesso muito restrito a alimentos, água e remédios. Em Israel, a população enfrenta o trauma e as sequelas do maior ataque terrorista ao país. Ao longo destes 60 dias, o Hamas e o exército israelense trocaram reféns e prisioneiros após negociações mediadas por Egito e Catar que permitiram uma trégua de sete dias, interrompida após Israel anunciar que o Hamas violou o acordo lançando mísseis. Em entrevista à Jovem Pan News, a especialista em relações internacionais e colaboradora do Instituto Brasil-Israel, Karina Calandrin, as atitudes do grupo terrorista fomentam incertezas sobre o conflito: “Na trégua foram libertados uma parte dos reféns, só que agora o Hamas, que ainda tem cerca de 1oo pessoas sob sua posse, diz que não vão mais libertar os reféns, tem reféns que eles dizem que morreram e que eles dizem que não sabem onde estão”.

A especialista também aponta que o desenrolar do conflito mudou a percepção da comunidade internacional sobre a guerra: “Hoje a gente vê até mesmo aliados [de Israel] como os Estados Unidos e países europeus com um tom muito mais crítico na fala de figuras políticas do que um apoio e solidariedade irrestrita a Israel”. No início do conflito, Israel concentrou ataques na porção norte de Gaza, mas agora, sob a justificativa de deslocamento do Hamas, tem atacado também a porção sul, onde se concentram a maioria dos civis. Entre os mortos pela guerra, já são quase 15 mil do lado palestino e 1.400 do lado israelense. Nesta semana, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou que o país não vai esquecer e nem perdoar as agressões sofridas em 7 de outubro. Desta forma, Israel alega que a incursão em Gaza tem a finalidade única de exterminar o Hamas, possibilidade que para muitos especialistas está fora de cogitação.

O instrutor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, major Salões, analisou o objetivo do ponto de vista militar: “O Hamas não é só um grupo terrorista, você não vai resolver o problema do Hamas só destruindo o seu arsenal de foguetes, se você não der uma estrutura de governança para este povo que é recrutado em cima das causas que o Hamas utiliza”. Com o fim da trégua das hostilidades, novas estratégias ditam os próximos passos do conflito, como analisou o major. “Israel manterá um perfil de estabilização da área, reduzindo a postura combativa e ofensiva, mantendo mais o controle da população e propiciando um ambiente para que seja estabelecida uma governança”, afirmou. Segundo especialistas, apesar das ameaças crescentes do grupo Hezbollah, do Líbano, na fronteira norte de Israel, a possibilidade de adesão de outras nações no conflito é remota. Ainda assim, a ONU (Organização das Nações Unidas) e as maiores potências globais acompanham de perto o desenrolar do conflito, enquanto as perspectivas de paz seguem distantes.

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