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Tuesday, April 23, 2024
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Rondoniense presidiu sessão histórica da Câmara que pode impedir grave retrocesso para nosso país

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PERGUNTINHA: Qual sua opinião sobre a escolha do presidente Lula, que recaiu no nome do advogado Cristiano Zanin, que o defendeu e conseguiu tirá-lo da prisão e torná-lo candidato, como novo ministro do STF?

Como sempre, a esquerda tentou ganhar no grito. Fazendo de conta que é maioria, quando tem se tornado uma minoria constante, principalmente na Câmara Federal. Ao tentar impor ao país, pelo voto, o projeto do Marco Temporal, querendo atender às ONGs internacionais e aos interesses maiores de países estrangeiros e, ao mesmo tempo, entregando a grupos indígenas (todos selecionados, é claro!), mais do que o tamanho de sete países europeus que eles já têm, como território seu, dentro do Brasil, os aliados do atual governo levaram uma surra. Destaque-se, neste contexto, a ativa participação de rondonienses. Primeiro, pelo deputado Lúcio Mosquini, que presidiu a sessão, cumprindo rigorosamente o Regimento Interno e não permitindo que a minoria se impusesse na marra, no grito, como normalmente o faz. Depois, pelo voto dos oito membros da nossa bancada na Câmara, todos apoiando a manutenção do texto original do projeto, que impede a heresia que os petistas, seus aliados e apoiadores das forças externas, querem praticar contra nosso país. Um deles, Fernando Máximo, segundos depois da vitória de 283 votos pelo Brasil e 155 na defesa dos interesses internacionais, postou um vídeo nas redes sociais, vibrando com o resultado.

Obviamente que foi apenas o primeiro passo. Haverá ainda votação no Senado e, claro, caso haja derrota, os perdedores irão esperar que que o STF, hoje um braço do atual governo e de sua ideologia, ignore novamente o Congresso e imponha a vontade dos seus aliados. Neste momento, o que importa é que, pelo menos a Câmara Federal, por ampla maioria, está acordando. Pena que o Senado, sob Rodrigo Pacheco, não o fará, pelo temor que ele tem demonstrado de ouvir a voz da imensa maioria dos brasileiros.  Mas daí será outra história…

MILHÕES PODEM PERDER TUDO. SERÁ QUE A META É DESTRUIR O AGRONEGÓCIO BARASILEIRO?

O Marco Temporal é apenas o cumprimento da Constituição de 1988, quando ela determina que as terras indígenas serão aquelas no ano da promulgação da nossa Lei maior. Não é o que quer a esquerda, seus aliados, imensa parte do Ministério Público Federal e a maioria dos ministros do STF. Com a imposição de uma nova interpretação constitucional, o que tem se tornado comum, milhares de produtores rurais poderiam perder tudo o que têm, para que suas áreas passassem a ser “nações indígenas” dentro do Brasil, obviamente sob o domínio das ONGs e seus financiadores. Para haver um comparativo, seria (ou será mesmo que isso vai acontecer?) a mesma situação de desespero que vivem centenas de famílias em Rondônia, quando um canetaço do então governador Confúcio Moura criou onze áreas de preservação, mesmo que em ao menos três delas houvesse famílias instaladas, morando, produzindo e vivendo da terra há décadas. O pânico generalizado causado por leis que estão sendo impostas à imensa maioria dos brasileiros, ao que parece, não vai ter fim. Que o digam também os produtores de gado do sul do Amazonas e de Rondônia, também ameaçados de perderem tudo o que têm, por um programa federal que o Ibama está cumprindo. O alvo seria destruir o agronegócio e os que dele vivem, como já ocorreu em Roraima?

ROLETA RUSSA: TODOS OS DIAS, A BR 364 DISPARA SUAS BALAS MORTAIS, TIRANDO DEZENAS DE VIDAS, NO TRECHO RONDONIENSE

Uma tristeza atrás da outra. Na semana retrasada, duas pessoas morreram numa colisão frontal de dois carros. Na semana passada, foi um casal, morto numa batida em alta velocidade. Nesta semana, foram dois caminhoneiros, um de 60 anos e seu filho, de 22 anos, queimados no incêndio do caminhão em que estavam, que bateu de frente em outro. Sem contar motoqueiros que morrem na mesma rodovia e as dezenas de feridos, alguns mutilados para o resto de suas vidas. O resumo da ópera: a BR 364 continua um moedor de carne humana. Nos seus cerca de 1.200 quilômetros, desde a entrada em Rondônia, em Vilhena, até Rio Branco, no Acre, apenas alguns poucos trechos são seguros, quando há pistas duplas ou pistas adicionais, que permitem aos motoristas escaparem do inferno. Há cerca de três décadas a 364 se tornou um terror para quem precisa andar nela, seja em viagens mais longas, seja em trechos curtos. Desde lá se berra pela duplicação, mas, é claro, nunca há recursos, nunca há orçamento, nunca se prioriza a solução definitiva para acabar com tantas mortes. O que está em estudo é um sistema de privatização, com pelo menos entre seis e oito postos de pedágio entre Vilhena e Porto Velho, mas nem esse projeto que vai arrancar muito dinheiro do bolso dos usuários, andou alguns passos. A BR 364, em quase toda a sua extensão, é uma verdadeira roleta russa. Seguidamente, dispara sua bala mortal e tira mais vidas…

O LADO BOM DA BR: ENTRADA DE ITAPUÃ DO OESTE É O GRAVE PROBLEMA QUE O DNIT FINALMENTE ESTÁ RESOLVENDO

Mas nem tudo são más notícias na BR 364. O trecho de entrada no sentido Porto Velho/Ariquemes, em Itapuã do Oeste, uma praga que parecia não ter fim, evoluiu bastante e vai ficar definitivamente muito melhor, garante o Dnit. Um dos que comandam as obras, o engenheiro Emanuel Nery, comemora os avanços em tão pouco tempo, já que os serviços tiveram autorização a apenas cerca de 40 dias. Depois de anos de graves problemas, de obras malfeitas, de empresas contratadas abandonando o serviço, até que enfim, sob o comando direto do Dnit, o serviço está andando muito bem e aquelas cenas terríveis do trecho que parecia que nunca seria melhorado, agora já tem outra cara. Mesmo com as obras ainda em andamento, como, por exemplo, a remoção de todo o material imprestável, numa profundidade de até 1 metro e meio; feitos drenos para evitar acúmulo de água dentro da estrutura; já foi refeita parte do trecho de cerca de 1.500 metros, da entrada da cidade até o posto da Polícia Rodoviária Federal. Em cerca de um mês, todo este trecho estará concluído. Ou seja, as coisas melhoraram muito. Aquele trecho da BR 364 tem sido, nos últimos nos, um dos maiores motivos de pesadas críticas ao Dnit, que tentou resolver o problema várias vezes, mas não teve sucesso. Neste momento,  sob orientação de servidores dedicados do órgão, que comandam pessoalmente os serviços da terceirizada, a situação é completamente diferente. Até que enfim!

IEDA CHAVES NO GRUPO DE PARLAMENTARES QUE BATALHA POR MELHORIAS EM AEROPORTOS DO NORTE

Quando, enfim, teremos um aeroporto realmente internacional, com variedade de voos comerciais e de carga, para transportar nossas riquezas para outros Estados e diferentes países? Essa é uma das muitas questões que precisam respostas. Foi também para ter mais detalhes sobre os aeroportos da região norte e principalmente o de Porto Velho, que a deputada Ieda Chaves participou de encontro do Parlamento Amazônico, no Acre, tendo como temas os ligados à aviação comercial, à viabilidade do “Projeto Multimodal Manta”, ao potencial da agência para alavancar os produtos da Amazônia no mercado internacional, como elo de integração  com todas as regiões do país e do mundo. Com a presença do governador Gladson Cameli , o encontro teve a participação virtual do presidente da Anac, Tiago Sousa Pereira, que respondeu a vários questionamentos dos parlamentares também do Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Roraima e Tocantins, que juntos com Rondônia formam a região interessada nos debates. O presidente da Anac respondeu a vários questionamentos e destacou que a Agência está envidando todos os esforços para apressar a solução dos problemas hoje existentes. O assunto voltará à pauta na próxima reunião do grupo, agendada para o dia 22 deste mês, no Tocantins.

EM ENCONTRO COM MINISTRA DA SAÚDE, CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA PEDE REVALIDA PARA O “MAIS MÉDICOS”

Num encontro importante, o Conselho Federal de Medicina levou uma longa pauta de assuntos de interesse dos brasileiros para a ministra da saúde, Nilza Trindade. O presidente da entidade, o rondoniense Hiran Gallo, que comanda a entidade que reúne meio milhão de médicos no país, foi acompanhado também pelo senador Hiran Gonçalves, de Roraima. Um dos temas principais do documento, refere-se ao programa Mais Médicos, reativado pelo atual governo. Depois de destacar que é importante manter um canal de diálogo sempre aberto entre o Ministério da Saúde e o CFM, “para o fortalecimento da assistência e a qualificação do atendimento médico”, a instituição afirma que não é contra o programa Mais Médicos, “mas sim que as pessoas formadas no exterior passem pelo exame Revalida”, que é um programa de Governo e que é cumprido em vários países. O Conselho pediu também a revisão de ítens do programa Mais Médicos, “para que se adequem às exigências do que determina nossa legislação”. O CFM também ofereceu uma demografia atualizada sobre o número de médicos hoje no país, para que o Ministério da Saúde possa utilizar em suas políticas de alocação de pessoal. No documento entregue à ministra, aborda-se ainda a preocupação com “a desenfreada autorização de abertura de escolas médicas no país”, acrescentando que mais de 90 por cento das escolas criadas nos últimos anos, estão com problemas de estrutura. Parceria com Ministério para apoiar nas questões que envolvam programas de saúde; apoio na estrutura de vacinação e convite para a Ministra participar de encontro médico nacional, no final deste mês, em Brasília, também em pauta. Hiran Gallo considerou o encontro como “muito positivo”.

O “ABRAÇO” SOLITÁRIO DO PRESIDENTE DO BRASIL NUM DITADOR SANGUINÁRIO, ACUSADO DE SER NARCOTRAFICANTE

Ainda repercute negativamente, não só no Brasil, mas mundo afora, a visita do ditador Nícolas Maduro e, mais que tudo, a bajulação e apoio oficial do governo brasileiro, através de discursos absurdos do presidente Lula. O mundo democrático ainda não entendeu os motivos de homenagens e prestação de continência dos militares brasileiros a um governante sanguinário, responsável pela morte de centenas de pessoas (muitas delas atropeladas por tanques de guerra, em manifestações) e na lista dos narcotraficantes do governo americano, que oferece pela prisão dele uma recompensa de 75 milhões de reais. Os esquerdistas, que vivem urrando em nome dos direitos humanos (desde que seja os humanos que pensam como eles) calaram-se perante tantos crimes praticados pelo infausto visitante. Contudo, houve sim muitos protestos, até de aliados ao atual governo, embora estes tenham sido muito poucos.  Houve também quem lembrou das dezenas de presos políticos que são torturados em presídios e num dos casos mais icônicos, que chegou à mídia mundial, do brutal assassinato da jovem Génesis Carmona, de apenas 22 anos, que levou um tiro na cabeça, em 2014, bem no inóício da sanguinária ditadura de Maduro, com apoio da polícia, do Exército e, principalmente da Justiça. Lula tenta mudar a história, mas, dessa vez, com exceção de fanáticos doentes, ele ficou sozinho, no “abraço” a um suspeito de narcotráfico internacional.

ENERGISA INVESTE 57 MILHÕES NA COMPRA DE 600 VEÍCULOS, PARA DAR SEGURANÇA ÀS SUAS EQUIPES E MELHOR ATENDER OS CONSUMIDORES

Inovação, tecnologia, conhecimento, investimentos pesados. A atuação da Energisa em Rondônia tem sido pautada por uma série de avanços que, na ponta das atividades, prioriza a melhora na qualidade dos serviços que presta aos rondonienses. Um dos exemplos é a preocupação com equipamentos. Em penas quatro anos de atuação no Estado, a Energisa Rondônia investiu cerca de 57 milhões de reais na aquisição de cerca de 600 novos veículos. Toda a preocupação com a renovação da frota , é no sentido  de garantir mais qualidade no fornecimento de energia elétrica para os seus clientes e reforçar a segurança dos seus colaboradores. Foram adquiridos caminhões, motos, carros, utilitários leves e médios, além de tratores para a limpeza da rede e caminhões com cesto aéreo. Estes equipamentos têm um alcance de 29 metros de altura, para o atendimento a todos os 52 municípios. Recentemente, a empresa também começou a fazer testes com veículos elétricos, colaborando com o meio ambiente. “A nova frota facilita o atendimento à população de forma mais ágil e eficiente, além de contribuir para a segurança dos funcionários e a redução de custos com manutenções”, afirma Helton Ramalho, coordenador de frotas da Energisa Rondônia.

FONTE: NEWS RONDONIA

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